
Tatuagem de henna: Caso grave em Porto Seguro
Um turista de 23 anos, que preferiu não se identificar, procurou a redação do jornal O Sollo, de Porto Seguro, para denunciar que foi mais uma vítima dos tatuadores de henna.
Ele informou que estava em uma praia da cidade, em companhia de alguns amigos, quando foi convencido por um ambulante, ainda não identificado, a fazer a tatuagem provisória.
O resultado foi devastador. Após ter o produto aplicado em suas costas, o rapaz sofreu uma reação tóxica em sua pele, o que resultou numa queimadura química, acompanhada de uma grave infecção. Ele teve febre alta, precisou ser internado com urgência num hospital e agora está se tratando a base de antibióticos.
Há quase três anos, a Secretaria de Saúde de Porto Seguro chegou a baixar uma portaria proibindo a atividade. Na época, pelo menos 60 pessoas buscaram atendimento em postos de saúde com irritações ou manchas na pele.
Em comum, todas foram tatuadas com o que seria henna - que, em estado natural, é uma tintura extraída da casca e folhas de um arbusto comum no Oriente.
Tinturas para cabelo chegaram a ser apreendidas com três tatuadores. O uso desse tipo de tinta deve ter provocado as reações alérgicas.
No site da Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária), o Radar64 encontrou a informação de que no Brasil não existe regulamentação para uso de henna em tatuagens, mas apenas para a composição de tinturas para cabelo.
Levantamento da prefeitura de Porto Seguro aponta cerca de 200 tatuadores no município. O preço da tatuagem varia de acordo com o tipo e tamanho do símbolo e pode ir de R$ 5 a R$ 30. A figura pode ficar sobre a pele por até 15 dias, caso seja retocada - normalmente são dez dias, em média.
Diego Nunes da Rocha, administrador de uma barraca na praia de Taperapuan, disse que os tatuadores incomodam o turista. "Chegam riscando o corpo e acabam obrigando o visitante a fazer o desenho", desabafa.
Fonte: www.radar64.com
Ele informou que estava em uma praia da cidade, em companhia de alguns amigos, quando foi convencido por um ambulante, ainda não identificado, a fazer a tatuagem provisória.
O resultado foi devastador. Após ter o produto aplicado em suas costas, o rapaz sofreu uma reação tóxica em sua pele, o que resultou numa queimadura química, acompanhada de uma grave infecção. Ele teve febre alta, precisou ser internado com urgência num hospital e agora está se tratando a base de antibióticos.
Tatuadores incomodam o turista
O Radar64 apurou que atividade dos tatuadores ambulantes é bastante disseminada ao longo da orla e na Passarela do Álcool, o "point" de agito no centro portosegurense.Há quase três anos, a Secretaria de Saúde de Porto Seguro chegou a baixar uma portaria proibindo a atividade. Na época, pelo menos 60 pessoas buscaram atendimento em postos de saúde com irritações ou manchas na pele.
Em comum, todas foram tatuadas com o que seria henna - que, em estado natural, é uma tintura extraída da casca e folhas de um arbusto comum no Oriente.

Tinturas para cabelo chegaram a ser apreendidas com três tatuadores. O uso desse tipo de tinta deve ter provocado as reações alérgicas.
No site da Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária), o Radar64 encontrou a informação de que no Brasil não existe regulamentação para uso de henna em tatuagens, mas apenas para a composição de tinturas para cabelo.
Levantamento da prefeitura de Porto Seguro aponta cerca de 200 tatuadores no município. O preço da tatuagem varia de acordo com o tipo e tamanho do símbolo e pode ir de R$ 5 a R$ 30. A figura pode ficar sobre a pele por até 15 dias, caso seja retocada - normalmente são dez dias, em média.
Diego Nunes da Rocha, administrador de uma barraca na praia de Taperapuan, disse que os tatuadores incomodam o turista. "Chegam riscando o corpo e acabam obrigando o visitante a fazer o desenho", desabafa.
Fonte: www.radar64.com
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